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devir

Título do livro: Kafka. Para uma literatura menor
Collection: Livros de dueto
Idioma do livro: Português
Páginas: 35-36, 43, 47-48, 56, 60, 66, 146
Notas: No livro são mencionados diferentes devires, colocamos todos em entradas separadas, por tanto, para uma melhor compreensão do conceito, buscar os demais tipos de devires no buscador. Os devires que são citados no livro são os seguintes: devir-inumano, devir-criança (devir-infantil), devir-molecular, devir-animal, devir-humano (devir-homem), devir-adulto (devir-grande), devir-feminino e devir-morte. Outra observação: o conceito, quando acompanhado do outro termo (criança, homem, feminino, etc.), aparece em algumas páginas com hífen e em outras sem. Em nossa lista de conceitos eles aparecem com hífen.
Citações: “O devir é captura, posse, mais-valia; nunca é reprodução ou imitação. ‘A ideia de imitar não me seduzia; imitava porque procurava uma saída e não por qualquer outra razão’.” p. 35 “A metamorfose é o contrário da metáfora. Já não há sentido próprio nem figurado, mas uma distribuição de estados no leque da palavra. A coisa ou as outras coisas são apenas intensidades percorridas pelos sons ou pelas palavras desterritorializadas conforme as suas linhas de fuga. Não se trata de uma semelhança entre o comportamento de um animal e o do homem; e muito menos de um jogo de palavras. Já nao há homem nem animal, visto que cada um desterritorializa o outro, numa conjunção de fluxos, num continuum reversível de intensidades. Trata-se de um devir que compreende, pelo contrario, o máximo de diferença enquanto diferença de intensidade, transposição de um limiar, subida ou descida, queda ou erecção, tónica de palavra.” pp. 47-48
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